Sobre o Festival

A história de como começou o Porto Verão Alegre já é conhecida. Foi em novembro de 1999, na Lancheria do Parque, tradicional estabelecimento da Av. Osvaldo Aranha no bairro Bom Fim, que os idealizadores tiveram a ideia de juntar a divulgação e a venda de ingressos das peças de teatro em que cada um estava em cartaz naquele final de ano. A intenção era reunir forças para chamar mais atenção dos porto-alegrenses que não iam à praia, e movimentar o verão escaldante da cidade, oferecendo uma opção de lazer.

Foi assim que nasceu o festival. Rogério Beretta, em Vida Muda, era dirigido por Néstor Monasterio, e Zé Victor Castiel e João Franca encenavam O Marido do Dr. Pompeu, com direção de Dilmar Messias. Foi assim e a partir desse momento que Beretta, França e Zé Victor idealizaram o Porto Verão Alegre.  A partir da segunda edição do Porto Verão Alegre, João França optou por dar andamento à sua carreira de ator. A sociedade de Beretta e Zé continua até hoje. Através da Mezanino Produções realizaram, ininterruptamente, 18 festivais.

Neste site, buscamos registrar as atrações, os números e algumas curiosidades que fazem a história do evento. A cada ano, estão listadas as peças que ingressaram na programação. Portanto, não estão repetidas aquelas que permaneceram na edição posterior ou voltaram a fazer parte de alguma das edições. Entre as curiosidades, contamos quando as demais atrações foram sendo incluídas, como as de dança, música, fotografia, cinema, entre outras, que caracterizam a diversidade do festival, que vai além programação teatral.

Eu e o Zé estávamos na Lancheria do Parque em novembro de 1999. Escutamos uma notícia que no feriado de finados iam sair de Porto Alegre cerca de 300 mil pessoas. Pensamos, vão sobrar um milhão de pessoas na cidade, eles vão ter que fazer alguma coisa, ir ao cinema, sair para jantar. No verão vai acontecer a mesma coisa, precisamos trabalhar para quem fica e não para quem sai da cidade.

– Rogério Beretta

Saiba mais sobre a história do evento.

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